terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Esperança...[parte 1]

Chegou o fim do ano. É uma boa razão para olharmos para trás, antes de adentrarmos no desconhecido do ano novo.

Quando Moisés compôs o Salmo 90, uma oração a Deus, também olhou para acontecimentos passados. Os filhos de Israel estavam viajando no deserto e ainda não haviam alcançado a terra prometida. Portanto, não tinham um lugar de descanso. O "Deus eterno", como Moisés o chamava, havia sido o refúgio deles por gerações, como a "geração do deserto" experimentou tão bem. Esse salmo não relata um mar de rosas. Mas Moisés acertou as contas com seu passado e podia olhar para o futuro com esperança.

Muitos de nós fomos marcados neste ano que passou. Talvez carreguemos amargura e dor. Os dois discípulos no caminho de Emaús estavam desapontados: "E nós esperávamos..." (Lc. 24.21). Mas as coisas mudaram. O próprio Senhor Jesus está disposto a vir em auxílio de quem se encontra nessa situação. Ele os fez ver a partir de uma perspectiva diferente. E aqueceu o coração deles. E atendeu ao convite que fizeram. E ficou com eles de uma maneira que jamais esqueceriam.

Ele também está conosco no limiar do ano novo, invisível, mas real - se O desejarmos de todo coração!

Que venha 2014! Que sejamos pregoeiros da verdade, anunciando o amor de Cristo aos perdidos. Que sejamos portadores de boas novas, pois o evangelho é a melhor notícia que poderíamos ouvir.


Em Cristo,
André Gonçalves.


Bibliografia:
Boa Semente, Devocionário de Evangelização e Inspiração Cristã 2013 - Depósito de Literatura Cristã.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O Nascimento de Cristo

Entre os cristãos, a história do nascimento de Cristo relatado no Evangelho de Lucas certamente é a mais conhecida da Bíblia. É o tema de inúmeros cânticos religiosos, imagens e representações. Portanto, corremos o risco de perder de vista o profundo significado dessa narração e o extraordinário desse acontecimento.

Na pequena cidade de Belém aconteceu o inconcebível para nós: o Filho de Deus Se tornou homem. Deus Se revelou na pessoa de Seu Filho Jesus Cristo! A "plenitude dos tempos" havia chegado e "Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei" (Gl. 4.4). Foi o sinal para que uma grande quantidade de anjos rompesse em louvor, do qual ressaltamos a expressão: "Boa vontade para com os homens!"

A multidão de hostes celestiais reconhece que Deus "não socorre anjos, mas socorre a descendência de Abraão" (Hb. 2.16). Os homens, que desonraram a Deus desde o pecado original, menosprezaram Seus mandamentos e se obstinaram em fazer a própria vontade, no entanto, o homem perdido era o objeto dos pensamentos divinos.

O Filho de Deus não tomou a forma de um anjo, mas de um verdadeiro ser humano, para salvar por meio de Seu sacrifício na cruz toda humanidade caída e separada de Deus. Deus poderia dar maior prova de "boa vontade para com os homens?"


Em Cristo,
André Gonçalves.


Bibliografia:
Boa Semente, Devocionário de Evangelização e Inspiração Cristã 2013 - Depósito de Literatura Cristã.
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